Quando um grupo de homens gasta tempo, dinheiro e energia em paixões como futebol, HQs ou animes, a sociedade aplaude a “comunidade”. Mas quando mulheres adultas decidem celebrar a estreia de um filme, como aconteceu recentemente com a continuação de O Diabo Veste Prada, o que vemos é uma chuva de deboche, rotulando o entusiasmo feminino como “histeria”, “futilidade” ou “vergonha alheia”. Essa diferença de tratamento não é coincidência: ela é o reflexo de um machismo estrutural que insiste em ditar como, onde e quando nós podemos nos divertir.
Assista ao vídeo e entenda como essa dinâmica reforça desigualdades de gênero.
* As opiniões aqui expressas são da autora ou do autor e
não necessariamente refletem as da Revista AzMina. Nosso
objetivo é estimular o debate sobre as diversas tendências
do pensamento contemporâneo.
Estrategista e criadora de conteúdo digital com foco em jornalismo cultural. Já atuou como produtora e repórter no Canal Brasil e na Record TV Paraíba. Sua trajetória inclui a cobertura mobile e estratégica de grandes eventos como o TEDx, Festival Coquetel Molotov, Festival Mada e ExpoFavela Paraíba, além de passagem por projetos como a formação em audiovisual do Canal Futura, o Geração Futura Juventudes e pela Jornada Galápagos de Jornalismo 2023, retornando dois anos depois como parte da equipe fixa da Galápagos Newsmaking, responsável pelo projeto. Atualmente, é graduanda em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba.
João Pessoa
PB
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