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Quem somos

Quem somos

Sim, nós somos feministas

Na verdade, achamos que todas as organizações e veículos jornalísticos deveriam ser feministas. Porque ser feminista quer dizer que acreditamos que homens e mulheres devem ter direitos e oportunidades iguais. Isso é o básico, não acham?

Mas infelizmente o mundo não é assim e usamos informação para mudar esse cenário e combater a violência contra a mulher em todas as suas formas.

Aqui você nunca vai ver mulher ser culpada pela violência sofrida, racismo, homofobia, reprodução de padrões estéticos e estereótipos de gênero.

nossa história

Sozinhas vamos bem, mas juntas andamos melhor

Quando começamos a sonhar em fazer uma revista feminista independente, que respeita e valoriza a mulher em toda a sua diversidade, feminismo ainda era palavrão, sexo vinha com manual de instrução para “satisfazer seu homem”, gordura era crime e mulheres negras, indígenas, trans e lésbicas eram invisíveis para a grande mídia.

Nascemos em 2015 com um financiamento coletivo. Com a ajuda de quem sonhou junto, criamos nosso site, estrutura burocrática e financiamos nossas primeiras reportagens.

Também lançamos campanhas de conscientização e luta contra o machismo, como o #MachismoNãoÉBrincadeira, Carnaval Sem Assédio e #VamosMudarOsNúmeros, e expandimos nossa atuação para outras frentes ao longo dos anos.

A gente se orgulha de fazer parte da mudança que vem tornando todo o país menos machista.

Prêmios

Prêmios e Homenagens

Atuando há cinco anos na defesa dos direitos das mulheres, AzMina teve seu trabalho reconhecido por importantes prêmios do Brasil e do mundo.

Troféu Mulher Imprensa 2020

A nossa diretora Carolina Oms venceu por meio de votação popular na categoria “Jornalista Empreendedora” da edição 2020 do prêmio. O Troféu Mulher Imprensa conta com 18 categorias e tem como objetivo divulgar o trabalho das mulheres na comunicação em todo o Brasil e fomentar a pauta dos direitos das mulheres. 

Prêmio Geração Glamour

Em 2018, ganhamos o Prêmio Glamour, da Revista Glamour (Editora Globo), na categoria Agitadoras Digitais. Fomos reconhecidas pelas campanhas de conscientização que mobilizam as mídias sociais, como #CarnavalSemAssédio

Prêmio Synapsis FBH de Jornalismo

A reportagem especial O Mito do Aborto Legal, venceu o Prêmio Synapsis FBH de Jornalismo em 2016. Assinada pela repórter Carolina Vicentin, a reportagem denunciou as dificuldades que as brasileiras enfrentam para ter acesso ao aborto nos casos permitidos em lei.

Leão no Festival de Cannes

Na mais prestigiada premiação do mundo da publicidade, AzMina levou troféus por duas campanhas de consientização. Uma foi a #MaisQue70, que questionava a diferença salarial entre homens e mulheres. Assinada pela J.W. Thompson, contou com a participação das cantoras Tiê, Daniela Mercury e Valesca Popozuda. A outra foi a campanha #VamosMudarOsNúmeros, que levou os dados da desigualdade de gênero para os gramados do futebol estampados nas camisetas dos jogadores do Cruzeiro. A agência New 360 amarrou a parceria entre AzMina e o clube mineiro.

Troféu Mulher Imprensa 2017

A Revista AzMina levou o Troféu Mulher Imprensa como o melhor projeto jornalístico na edição de 2017. A revista foi eleita em votação popular.