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20 de março de 2026

Fêmea humana adulta? A materialidade que o conservadorismo vende (e a gente não compra)

Entenda como o discurso biológico é usado para excluir pessoas trans e reforçar o controle sobre corpos no debate feminista

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Reduzir a existência das mulheres a funções biológicas, como gestar ou parir, é uma armadilha conservadora que ignora a construção social do gênero e exclui homens trans e pessoas não binárias da luta por direitos reprodutivos.

Banner com fundo claro. À esquerda, uma lata aberta com a frase “Feminismo sem conservadorismo” impressa no rótulo. À direita, há um texto em destaque que diz: “Sem anunciantes. Sem medo. Contra o conservadorismo, a transfobia e a desinformação.” Abaixo, lê-se: “Apoie o jornalismo feminista que enfrenta as agendas antigênero no Brasil.” Logo abaixo aparece um botão com a frase “Apoie AzMina agora”. No canto direito do banner está o logotipo do Instituto AzMina.

Muitas vezes, o uso de termos como “pessoas que gestam” é atacado sob a falsa premissa de que as mulheres estariam sendo apagadas, e essa retórica é frequentemente usada por grupos antigênero para mascarar o preconceito com um discurso pretensamente feminista.

O feminismo que defendemos n´AzMina não acolhe definições excludentes que só interessam ao conservadorismo. Se você quer fortalecer o jornalismo independente que investiga essas ameaças e defende os direitos LGBTQIAPN+ e das mulheres nos apoie no Catarse.

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* As opiniões aqui expressas são da autora ou do autor e não necessariamente refletem as da Revista AzMina. Nosso objetivo é estimular o debate sobre as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

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