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12 de fevereiro de 2026

O coração da bateria virou vitrine e a tradição está se transformando em mercadoria

Vídeo aborda a transformação do posto de rainha de bateria, antes ocupado por mulheres da comunidade e hoje disputado por celebridades

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Você já parou para pensar por que, no “país do samba”, as donas da coroa nem sempre são as donas do ritmo? O posto de Rainha de Bateria, que nasceu para exaltar a melhor passista da comunidade, virou moeda de troca, espaço vendido e território ocupado por celebridades de fora. O nome disso é apagamento, e a gente precisa falar sobre como o racismo transforma uma tecnologia de resistência negra em um produto que exclui suas próprias criadoras.

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* As opiniões aqui expressas são da autora ou do autor e não necessariamente refletem as da Revista AzMina. Nosso objetivo é estimular o debate sobre as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

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