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8 de março de 2021

Receba em casa ilustrações das heroínas negras do Brasil

Qual a cara das heroínas brasileiras? Precisamos de você para seguir contando as histórias que o racismo apagou
Apoie AzMina em março e receba postais das heroínas negras do Brasil, ilustrados por artistas de diversas partes do país (Foto: AzMina/Divulgação)

Essa foi a pergunta que norteou o trabalho da nossa redação ao longo das últimas semanas. Estávamos planejando ações para o mês de março e decidimos partir de uma questão central para as mulheres: precisamos reverenciar nossas heroínas, torná-las conhecidas, superar o apagamento da história oficial. Essa história, para começo de conversa, é pródiga ao retratar heróis nacionais. E nós sabemos bem quem são eles, seu perfil, o que fizeram ao longo da história. 

AzMina decidiu fazer diferente e publicou hoje uma reportagem contando a história de cinco importantes personagens negras que foram apagadas da história oficial do país.  Grandes heroínas brasileiras que não conhecemos, pretagonistas, que não aparecem nos livros de história, que não têm lugar na mídia ou nas narrativas oficiais. Por isso convidamos cinco ilustradoras para retratá-las, porque mais do que conhecer suas histórias queremos espalhar suas imagens. 

Leia mais: Heroínas negras do Brasil, cinco mulheres que todos devem conhecer

São elas: Luíza Mahin, Esperança Garcia, Maria Firmina Reis, Antonieta de Barros e Aqualtune. Cinco mulheres de luta, que têm muito a nos ensinar e que nos inspiram na busca por um futuro onde sejamos ouvidas e tenhamos nossa vida protegida. 

Grandes heroínas brasileiras que não conhecemos, pretagonistas, que não aparecem nos livros de história, que não têm lugar na mídia ou nas narrativas oficiais. Por isso convidamos cinco ilustradoras para retratá-las, porque mais do que conhecer suas histórias, queremos espalhar suas imagens. Em março, você tem uma oportunidade única: receber gratuitamente em casa uma correspondência especialíssima da nossa redação. Vamos enviar cinco postais impressos com as artes das homenageadas para todo mundo que doar pra nossa campanha de financiamento coletivo esse mês. Todo mundo receberá, independente do valor. A gente sabe da crise econômica e do desemprego que dificultam demais o apoio das nossas leitoras. Então, decidimos mandar para todas e todos que quiserem se juntar nessa corrente pelo jornalismo feminista e engajado.

Não importa nem o tempo de contribuição. Faça hoje uma doação para o jornalismo que você sabe que faz a diferença, apoie nosso trabalho e a divulgação da história dessas heroínas brasileiras.

Vivemos um dos momentos mais difíceis da nossa história: em meio a uma pandemia e diante do avanço da extrema direita. É momento de olharmos para essas mulheres e nos inspirarmos, porque não há democracia sem feminismo. A dignidade e a coragem das mulheres que vieram antes de nós apontam caminhos e nos fortalecem. 

Se em meio a tantas questões urgentes você acredita que o feminismo é algo essencial, que a luta das mulheres é uma causa que merece o seu apoio, peço que nos ajude hoje. Seu apoio é muito importante para seguirmos adiante contando histórias que a mídia não conta, mostrando os rostos que a história oficial esconde

Um abraço

Carolina Oms

PS: A tiragem dos postais é limitada. Por isso, se você não quer deixar de receber, clica logo hoje e faça sua doação.

Carolina é jornalista formada pela USP. Em São Paulo e em Brasília, cobriu economia, política e judiciário para o jornal Valor Econômico. É diretora executiva da Revista AzMina, além repórter, fazedora de playlists e sofredora por antecipação.

* As opiniões aqui expressas são da autora ou do autor e não necessariamente refletem as da Revista AzMina. Nosso objetivo é estimular o debate sobre as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

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