“Mas e os homens que morrem?” Se você já leu esse comentário em posts sobre violência de gênero, este vídeo é para você. No mês em que o mundo celebra o Dia da Mulher, a Revista AzMina explica por que nomear o feminicídio é um passo fundamental para nos manter vivas.
A ideia de que o feminicídio seria um “privilégio” jurídico ou apenas um homicídio com outro nome tem se propagado entre o senso comum. Mas a realidade é um crime de ódio fundamentado na posse e no menosprezo ao gênero feminino. Diferente dos homens, a maioria das mulheres é assassinada por parceiros ou familiares que acreditam ser donos de suas vidas. Tipificar esse crime não é dizer que uma vida vale mais que a outra, mas sim dar nome a um extermínio motivado pelo gênero para que possamos criar políticas públicas que realmente nos protejam.
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* As opiniões aqui expressas são da autora ou do autor e
não necessariamente refletem as da Revista AzMina. Nosso
objetivo é estimular o debate sobre as diversas tendências
do pensamento contemporâneo.
Estrategista e criadora de conteúdo digital com foco em jornalismo cultural. Já atuou como produtora e repórter no Canal Brasil e na Record TV Paraíba. Sua trajetória inclui a cobertura mobile e estratégica de grandes eventos como o TEDx, Festival Coquetel Molotov, Festival Mada e ExpoFavela Paraíba, além de passagem por projetos como a formação em audiovisual do Canal Futura, o Geração Futura Juventudes e pela Jornada Galápagos de Jornalismo 2023, retornando dois anos depois como parte da equipe fixa da Galápagos Newsmaking, responsável pelo projeto. Atualmente, é graduanda em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba.
João Pessoa
PB
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