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10 de março de 2026

Desmentindo achismos sobre o feminicídio

No mês em que o mundo celebra o Dia da Mulher, AzMina explica em vídeo por que nomear o feminicídio é um passo fundamental para nos manter vivas

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“Mas e os homens que morrem?” Se você já leu esse comentário em posts sobre violência de gênero, este vídeo é para você. No mês em que o mundo celebra o Dia da Mulher, a Revista AzMina explica por que nomear o feminicídio é um passo fundamental para nos manter vivas.

A ideia de que o feminicídio seria um “privilégio” jurídico ou apenas um homicídio com outro nome tem se propagado entre o senso comum. Mas a realidade é um crime de ódio fundamentado na posse e no menosprezo ao gênero feminino. Diferente dos homens, a maioria das mulheres é assassinada por parceiros ou familiares que acreditam ser donos de suas vidas. Tipificar esse crime não é dizer que uma vida vale mais que a outra, mas sim dar nome a um extermínio motivado pelo gênero para que possamos criar políticas públicas que realmente nos protejam.

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* As opiniões aqui expressas são da autora ou do autor e não necessariamente refletem as da Revista AzMina. Nosso objetivo é estimular o debate sobre as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

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