Saímos pelas ruas de São Paulo para perguntar aos homens qual a diferença entre assédio e paquera.
"É complicado", disse um deles. A gente descomplica!
7 de fevereiro de 2018 (Atualizado em 12 de junho de 2018)
Carnaval é tempo de festa, de ocupar a cidade com música, dança e alegria. Mas é também tempo de enfrentar o assédio, de fazer nossa voz ser ouvida até eles entenderem que “não é não”, que beijo forçado não é paquera, que não pode tocar sem permissão e que nós não vamos mais aceitar caladas.
Desde 2016, a Revista AzMina faz campanhas para combater o assédio, o racismo e o machismo no carnaval. São milhares de compartilhamentos, inúmeras reportagens n’AzMina, em veículos alternativos e da grande imprensa, duas marchinhas feministas, vídeos e guias didáticos para combater o assédio e incentivar a solidariedade. Compartilhe nosso material nas redes sociais e apps de mensagens! Espalhe as
#CarnavalSemAssédio #CarnavalFeminista #DeixaElaTocarEmPaz #NãoÉNão
Carolina foi uma das fundadoras e atuou como diretora institucional e mobilizadora de recursos no Instituto AzMina, onde participou da estruturação e financiamento de projetos de jornalismo feminista, tecnologia e dados. Conduziu negócios e parcerias estratégicas com empresas, institutos e doadores individuais. Como jornalista, trabalhou em Nova Delhi, Brasília e Rio de Janeiro, e retornou a São Paulo para liderar projetos com impacto social. Atualmente é mestranda em Administração Pública e Governo na Fundação Getúlio Vargas (FGV), com foco em direitos reprodutivos, políticas públicas de direito à informação. Leciona Empreendedorismo e Inovação em Jornalismo no MBA em Jornalismo de Dados do IDP. Carolina se destacou por ter um histórico muito robusto de captação para o jornalismo e uma compreensão profunda das organizações de jornalismo no Brasil.
Jornalista formada pela Universidade de São Paulo, com 15 anos de experiência em cobertura de gênero, é uma das co-fundadoras da Revista AzMina, onde é diretora de estratégia. Ao longo de sua trajetória profissional, passou por veículos como InfoAmazonia, UOL, Marie Claire e outros. Foi coordenadora de comunidades da campanha Nem Presa Nem Morta e compõe a Frente de São Paulo pela Descriminalização do Aborto. Pós-graduada em antropologia, é mestranda do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Mulher, Gênero e Feminismo, da Universidade Federal da Bahia e fellow do programa Empowering Journalists in the Digital Field da Repórteres Sem Fronteiras Alemanha.
Salvador
BA
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