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Helena Bertho

Helena Bertho

Subeditora Executiva
Helena é jornalista formada pela USP e com pós-graduação em roteiro pela FAAP. Como jornalista, já escreveu para diversos veículos, como as revistas Sou Mais Eu, Veja São Paulo, Minha Casa e Super Interessante, além dos sites M de Mulher, Casa.com e Crescer. Foi escrevendo para mulheres e falando de dietas que começou a se frustrar com o jornalismo e decidiu buscar outro caminho, onde pudesse passar suas mensagens. Uniu sua paixão por séries com essa vontade e tornou-se roteirista. Mas como nenhum caminho é certo na vida, com a Revista AzMina acabou voltando para o jornalismo e hoje se divide entre as áreas. Além de trabalhar, Helena faz dança do ventre e enche as redes sociais com fotos do seu gato Darth Vader e não perde uma oportunidade de falar algo indiscreto e constranger todos à sua volta.

As 11 séries mais feministas de 2016

De Eleven de "Stranger Things" à trans Maura de "Transparent" todas as mulheres poderosas que cruzaram nossas telas - e algumas séries pra você descobrir

Por que estupros e abusos nas telas são um problema real?

O estupro real em "O Último Tango em Paris" e o beijinho roubado em Malhação têm muito a ver: eles armam a cama para os relacionamentos abusivos deitarem e rolarem

Por que os brasileiros não têm empatia?

Pesquisa com 63 países nos colocou na 51ª posição na capacidade de se pôr no lugar do outro.

Enquanto sexo for “coisa de homem” não vamos acabar com a AIDS, alertam especialistas

O prazer é visto como masculino e o cuidado, a prevenção, como algo que cabe às mulheres, inclusive, negociar. Até a camisinha feminina fica na seção masculina das farmácias

Meghan Stabler: a primeira executiva trans reconhecida como a mãe trabalhadora do ano

Além de atuar em uma grande empresa de tecnologia, a americana é ativista dos direitos LGBTTs.

“O feminicídio é hoje o maior problema de enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil”

No lançamento do Dossiê do Feminicídio do Brasil, juristas e ativistas discutem por que o Brasil ainda é o quinto país que mais mata mulheres no mundo.

Delegacias da Mulher só existem em 7,9% das cidades brasileiras

Além disso, nossa reportagem apurou que algumas das unidades contabilizadas pelo governo nem sequer existem

Mapa colaborativo das delegacias da mulher no Brasil

Comente e nos ajude a manter o mapa atualizado.

O que a delegacia da mulher pode – e deve – fazer por você (e também o que não deve)

Saiba o que esperar do atendimento e exija seus direitos ao fazer uma denúncia

Por que a palavra da mulher não tem valor nas delegacias?

Para promotora, investigadores precisam entender que, em casos de violência doméstica e sexual, as provas do crime são diferentes e, às vezes, não-materiais
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