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Luciana Maria Silva: Ela criou um exame que dá mais chances na luta contra o câncer de ovário

A bióloga mineira conta sobre como criou o exame para prognóstico de câncer de ovário no primeiro episódio da série Elas.lab

O câncer de ovário é um dos mais letais que existe. Por não ter sintomas claros até que já esteja em estado avançado, muitas vezes só é descoberto quando já é tarde, ou quando o tempo para testar diferentes tratamentos é muito curto. E o pior: é comum que o tumor seja resistente ao tratamento com platina – o mais comum. Esse cenário desanimador foi o que motivou a cientista Luciana Maria Silva a estudar esse tipo de doença.

Unindo biologia molecular, genética e computação, a cientista da Funed-MG acompanhou dezenas de pacientes com esse tipo de câncer e conseguiu desenvolver um método para o prognóstico. O que isso quer dizer? Luciana desenvolveu um exame que ajuda a identificar se o tumor vai ser resistente à quimioterapia ou não.

Com esse exame, as pacientes não serão mais submetidas a tratamentos ineficientes e ganham tempo na luta contra o câncer. É sobre sua trajetória e sobre esse trabalho que Luciana fala no primeiro episódio da série documental Elas.Lab.

A série apresenta os trabalhos de cientistas brasileiras com trabalhos inovadores na área da saúde e terá novos episódios no canal d’AzMina no Youtube nas quartas-feiras de 2 e 9 de março. O projeto, produzido via lei de incentivo, com patrocínio do Grupo Fleury, procura visibilizar o trabalho de cientistas mulheres e incentivar meninas a buscarem carreira na ciência.

AzMina estimula professores a fazerem exibições da série para seus alunos e preparou um guia para conduzir discussão sobre os episódios em sala de aula.

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