Carolina Oms

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Carolina Oms

Carolina Oms

Carolina é jornalista formada pela USP. Em São Paulo e em Brasília, cobriu economia, política e judiciário para o jornal Valor Econômico. É diretora de redação da Revista AzMina, repórter e fotógrafa freelancer, fazedora de playlists e sofredora por antecipação.

Depilação e feminismo: Existe machismo em cada pelo que arrancamos?

Por que mulheres arrancam, raspam e aparam cada pelo que cresce em seu corpo? É mais higiênico se depilar? Existem razões médicas pra isso? Sou menos feminista se quiser me depilar?

O feminismo não é um discurso de auto-ajuda, ele nos dá força para seguir em frente

"A luta contra as opressões que nos cercam não se resolve com força de vontade. Precisamos estender a mão e falar: vamos juntas?"

Nilma Bentes: visibilidade às mulheres negras

Uma das principais lideranças do movimento negro, a paraense ajuda a fortalecer a luta por um mundo em que a igualdade não precise de defensores para existir

Gina Ponte: a educação reescreve histórias

Professora de escola pública no Distrito Federal leva alunos a valorizar a trajetória de mulheres inspiradoras

Seis medidas para aumentar número de mulheres na política

A professora de Ciência Política da Unb Flávia Biroli lista seis medidas que poderiam aumentar o número de mulheres eleitas. "É preciso que 30% de cotas tenham validade também para a distribuição do fundo partidário".

Partidos burlam cotas de candidatas com mulheres-laranjas

Desde 2009, lei obriga que partidos apresentem ao menos 30% de candidatas mulheres. Mas dados do TSE indicam que candidaturas laranja vêm sendo usadas para cumprir essa cota.

Nem tudo é permitido no Carnaval e assédio pode dar cadeia, diz procuradora do Ministério Público de SP

Usando o guia produzido pela Revista AzMina, o Ministério Público de São Paulo entrou na campanha #CarnavalSemAssédio, lembrando quais são os nossos direitos e como devemos agir quando eles forem violados.

Qual a diferença entre assédio e paquera?

Saímos pelas ruas de São Paulo para perguntar aos homens qual a diferença entre assédio e paquera. "É complicado", disse um deles. A gente descomplica!

No Carnaval, na cama e nas ruas, “deixa ela tocar em paz”

Se, antes, as músicas de carnaval eram predominantemente machistas ou racistas, agora, as mulheres ocupam esses espaços com marchinhas feministas e que lutam pela igualdade de gênero.

No Brasil ou na Índia, mulheres ainda são vistas como pedaço de carne

Homens, quantas histórias e pessoas incríveis vocês já deixaram passar porque nos olham e só enxergam uma buceta?
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