logo AzMina

AzMina lança bolsas de reportagem sobre violência doméstica

São três bolsas de R$ 6 mil para repórteres mulheres com as melhores pautas sobre violência doméstica

Atualização: O concurso de Bolsas de Reportagem sobre Violência Doméstica recebeu apoio do Volt Data Lab e o valor das bolsas subiu para R$ 6 mil.

Estar em casa não é sinônimo de estar protegida para as brasileiras. O assassinato de mulheres dentro do ambiente doméstico cresceu 17% entre 2012 e 2017, segundo o Atlas da Violência, realizado pelo Ipea em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No mesmo período, o assassinato de mulheres nas ruas caiu 3%.

Foram 13 assassinatos de mulheres por dia só em 2017. E as mais atingidas são as mulheres negras: elas foram 66% das mulheres assassinadas no Brasil naquele ano.

Leia mais: Revista AzMina lança Penhas, aplicativo para enfrentamento da violência contra a mulher

Mesmo 13 anos após a aprovação da Lei Maria da Penha e apesar da popularização do debate sobre o tema, os números mostram que a violência doméstica ainda é parte da realidade da vida das brasileiras.

Diante dessa realidade, a Revista AzMina escolheu a violência doméstica como tema para a terceira edição de suas bolsas de reportagem, com apoio do Volt Data Lab.

Convidamos repórteres mulheres com experiência a se candidatarem, enviando projetos de pauta para uma reportagem investigativa sobre o tema, trazendo um novo olhar ou recorte que aprofunde o debate.

A equipe d’AzMina vai selecionar três projetos de reportagem para receberem a bolsa de R$ 6 mil para a execução da pauta. Originalidade, viabilidade, relevância da pauta, bem como trabalhos anteriores das repórteres, serão os principais critérios de seleção.

As inscrições vão até o dia 11 de outubro e as selecionadas serão divulgadas no dia 18.

Ficou interessada? Leia o regulamento completo aqui e faça sua inscrição pelo formulário.

Errata: Na primeira versão do regulamento publicado, as datas estavam erradas. As inscrições vão até dia 11 e o resultado será divulgado no dia 18 de outubro.

Ei, você quer que o jornalismo feminista exista?

AzMina coloca tecnologia, dados e jornalismo a serviço do feminismo. Se você acredita nesse trabalho e quer que ele continue, apoie hoje o jornalismo independente que fazemos.

EU APOIO AZMINA