logo AzMina

Você já sofreu assédio sexual virtual?

Número de casos aumentou na pandemia. Saiba como identificar e buscar ajuda

A gente não tá livre de assédio sexual nem no home ofice. Quem nunca foi pega de surpresa com uma frase, foto ou emoji fora de contexto de um colega de trabalho? Pois é. Por um lado, o trabalho remoto nos poupou de ser apalpada nas ruas, mas os assédios não diminuíram quando passamos a trabalhar de casa. Muito pelo contrário. O assédio sexual virtual se tornou uma realidade ainda maior.

Dados de uma pesquisa do Instituto Avon mostram que os casos de assédio virtual passaram de 28 para 38% na pandemia. 

A gente sabe que crimes digitais não são novidade. Além do assédio sexual virtual, mulheres são vítimas de sextorsão, que é chantagear uma pessoa ameaçando divulgar fotos íntimas dela; e pornografia de revanche, que é compartilhar vídeos ou fotos intimas sem consentimento da mulher.  

Mas por que o assédio sexual virtual aumentou na pandemia? Como a gente pode identificar e denunciar os agressores? É isso que a gente conta no “Mas Vocês Veem Gênero em Tudo”. Assista!

Somos movidas por uma comunidade forte. Falta você!

AzMina ajudou a revolucionar a cobertura de gênero no jornalismo brasileiro nos últimos 6 anos. Com informação e dados, discutimos temas tabus, fazemos reportagens investigativas e criamos uma comunidade forte de pessoas comprometidas com os direitos das mulheres. Muita coisa mudou nesse meio tempo (feminicídio deixou de ser “crime passional” e “feminista” xingamento), mas as violências contra as mulheres e os retrocessos aos nossos direitos continuam aí.

Nosso trabalho é totalmente independente e gratuito, por isso precisamos do apoio de quem acredita nele. Não importa o valor, faça uma doação hoje e ajude AzMina a continuar produzindo conteúdo feminista que faz a diferença na vida das pessoas. O momento é difícil para o Brasil, mas sem a nossa cobertura, o cenário fica ainda mais tenebroso.

FAÇA PARTE AGORA