logo AzMina

Entidades que auxiliam o acesso ao aborto legal

Nós fazemos parte do Trust Project

Projeto Vivas – É uma organização não governamental e sem fins lucrativos, criada em 2020 com o intuito de auxiliar meninas, mulheres e outras pessoas com capacidade de engravidar a acessar os serviços de aborto legal e seguro aqui do Brasil, pelo SUS ou, nos casos não permitidos pela lei brasileira, no exterior.

Nem Presa Nem Morta – É uma estratégia de comunicação em favor da descriminalização do aborto no Brasil, criada em 2018 por várias organizações, pessoas e coletivos. Juntas realizam o Festival pela Vida das Mulheres, no mês de agosto, coincidindo com a Audiência Pública da ADPF 442, que marcou o lançamento da nossa campanha. Desde então esse grupo vem se ampliando, apostando em ações junto à Nem Presa Nem Morta para transformar o debate público sobre aborto.

Coletivo Feminista – Funciona em um espaço físico próximo ao Largo da Batata, na cidade de São Paulo, como um local de encontro, acolhimento, atendimento e cuidado em saúde com uma perspectiva feminista. Fundado em 1981, sua trajetória passou por diversas formulações, por duas casas, e diversos projetos no Brasil, sempre com o olhar da desmedicalização, enfrentamento da violência contra as mulheres, pelos direitos sexuais e reprodutivos.

Gravidez Indesejada – O objetivo é fornecer informações precisas, abrangentes e baseadas em fatos sobre o aborto seguro, de acordo com as diretrizes da OMS.

Milhas pela vida das Mulheres – É uma rede de ação direta que ajuda brasileiras a acessarem aborto seguro e legal, dentro do Brasil, nos casos permitidos por lei e de acordo com as normas técnicas do Ministério da Saúde. O Milhas tem igualmente como propósito estimular o debate a favor da descriminalização e legalização do aborto no Brasil.

Grupo Curumim – É uma ONG feminista antirracista que desenvolve projetos de fortalecimento da cidadania das mulheres em todas as fases de suas vidas.

Faça parte dessa luta agora

Tudo que AzMina faz é gratuito e acessível para mulheres e meninas que precisam do jornalismo que luta pelos nossos direitos. Se você leu ou assistiu essa reportagem hoje, é porque nossa equipe trabalhou por semanas para produzir um conteúdo que você não vai encontrar em nenhum outro veículo, como a gente faz. Para continuar, AzMina precisa da sua doação.   

APOIE HOJE