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Desde 2016, a AzMina investe em bolsas de reportagens para jornalistas feministas 

AzMina nasceu do desejo de ver  temas importantes para as mulheres e o feminismo serem pautados na mídia e chegarem a cada vez mais mulheres. Com este objetivo, desde 2016, lançamos bolsas de reportagens que tocaram em temas tabus, denunciaram abusos e exploraram novas possibilidades de direitos, educar, informar e entreter. 

Entre  2016 e em 2017, oferecemos bolsas de reportagens sobre temas que combatem o preconceito, empoderam mulheres e ampliam o acesso a direitos das mulheres, financiadas pelas leitoras e leitores d’AzMina por meio de campanhas de financiamento coletivo (crowdfundings). 

Em 2019, com apoio do Volt Data Lab, a Revista AzMina ofereceu seis bolsas de reportagem com foco em matérias sobre violência doméstica. Foram produzidas reportagens que apontaram as múltiplas faces e camadas da violência doméstica, deixando claro o quanto ainda há muito a ser falado sobre o assunto no Brasil.

As propostas enviadas foram analisadas levando em conta a originalidade da pauta, a experiência das repórteres, profundidade da proposta e a aplicabilidade do planejamento e do orçamento. As reportagens produzidas com as bolsas foram publicadas na Revista AzMina nos meses seguintes.

Somos movidas por uma comunidade forte. Falta você!

AzMina ajudou a revolucionar a cobertura de gênero no jornalismo brasileiro nos últimos 6 anos. Com informação e dados, discutimos temas tabus, fazemos reportagens investigativas e criamos uma comunidade forte de pessoas comprometidas com os direitos das mulheres. Muita coisa mudou nesse meio tempo (feminicídio deixou de ser “crime passional” e “feminista” xingamento), mas as violências contra as mulheres e os retrocessos aos nossos direitos continuam aí.

Nosso trabalho é totalmente independente e gratuito, por isso precisamos do apoio de quem acredita nele. Não importa o valor, faça uma doação hoje e ajude AzMina a continuar produzindo conteúdo feminista que faz a diferença na vida das pessoas. O momento é difícil para o Brasil, mas sem a nossa cobertura, o cenário fica ainda mais tenebroso.

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