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Anaíra Sarmento

Anaíra Sarmento

Jornalista formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), militante feminista e geminiana. Acredito que reportar histórias, por meio de um jornalismo crítico e combativo, pode contribuir para o processo de transformação social.

As dificuldades no acesso aos direitos

Quando as ciganas chegaram à Joinville, já tomavam remédio para depressão, mas com a falta diária de alimentos, insegurança e insalubridade no terreno, o sofrimento aumentou.

As contradições do matrimônio cigano

Mesmo em um acampamento chefiado por mulheres, a tradição fala mais alto e as regras para as mulheres são mais duras. Uma vez viúvas, as ciganas não podem casar novamente.

Tecendo a resistência

Sem os maridos, as ciganas tiveram que aprender o comércio. Em casos extremos, quando não há encomendas de costura, acabam recorrendo à mendicância.

A história do único acampamento cigano chefiado por mulheres

Fundado em 2011 por três viúvas, o acampamento enfrentou machismo, racismo e o desamparo.
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