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“O feminismo me ajudou a sair de um relacionamento abusivo”

Por Equipe AzMinaEle não me deixava tirar a calcinha no sexo porque achava a cicatriz da cesárea feia! Depois de um "addedaço" no Facebook, comecei a ler sobre o feminismo e percebi que eu merecia mais.
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Profissionais de saúde assumem papel de juízes e castigam mulheres que abortaram

Por Carolina VicentinSegundo pesquisa, é comum que médicos e enfermeiras façam juízo de valor sobre abortos legais e ilegais e, em algumas situações, decidam que lhes cabe punir a mulher
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A vida – e o estigma – de quem trabalha com aborto legal no Brasil

Por Carolina Vicentin“Se um médico vai para uma cidade do interior e começa a fazer esse tipo de atendimento, ele vai ficar conhecido por isso. E ninguém gosta de ser conhecido por fazer aborto”
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Como posso ter acesso ao aborto legal?

Por Carolina VicentinExplicamos tudo tim tim por tim e sem moralismo ou julgamentos
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“Tem certeza de que este ‘estuprador’ não era seu namorado?” – a saga de mulheres que buscam o aborto após o abuso

Por Carolina VicentinUma pesquisa realizada com 82 profissionais de saúde que trabalham com a interrupção da gestação prevista em lei revelou que suspeitar das alegações das vítimas é prática corriqueira
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Nestas eleições, vote em mulher

Por Helena BerthoEleger mulheres significa passar a ter um olhar de gênero sobre todas as paulas - não apenas aquelas voltadas exclusivamente para mulheres. Independente de quais forem suas convicções políticas, existe uma candidata que se alinhará a elas.
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Governo promete acesso ao aborto legal em toda a rede SUS – entenda o que isso significa

Por Carolina VicentinSe cumprida, a promessa feita à reportagem da Revista AzMina representaria uma grande mudança e conquista para as mulheres brasileiras que moram fora das capitais
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O aborto legal não existe no Brasil – não na prática

Por Carolina VicentinMais da metade das mulheres que buscaram aborto previsto em lei (casos de estupro, risco à saúde ou vida da mãe e anencefalia do feto) não são atendidas. AzMina vai ao cerne da questão e consegue que o Ministério da Saúde prometa atendimento integral em qualquer hospital do país
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“Nem sempre me enxerguei como bissexual”

Por Equipe AzMinaMuitas pessoas ainda tendem a acreditar que as pessoas ou são héteros ou homossexuais, que tem de escolher ou se encaixar aqui ou ali. E eu demorei para perceber que não é assim.
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“Descoberta não. Reconhecimento bissexual!”

Por Equipe AzMinaCostumo dizer que sou bissexual desde que comecei a experimentar a sexualidade, apenas precisei de algum tempo para me perceber e me permitir sentir o que sinto
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Quem somos

A Associação AzMina é uma instituição sem fins lucrativos cujo objetivo é combater os diversos tipos de violência que atingem mulheres brasileiras, considerando as diversidades de raça, classe e orientação sexual. Realizamos palestras, debates, oficinas e outros eventos para aprofundar a discussão sobre os direitos da mulher e combater o machismo. Também organizamos grupos de apoio psicológico e legal para mulheres em relacionamentos abusivos, além de criar campanhas de conscientização nas redes sociais, envolvendo movimentos de mulheres e mobilizando a grande mídia.

Já a Revista AzMina é uma publicação online e gratuita para mulheres de A a Z. Nela, há espaço para todos os tipos de beleza, rostos e formas. Ensaios de moda que contemplam corpos reais, evitam o consumismo e trazem sugestões de looks que cabem no bolso. Além disso,  investimos em reportagens profundas, independentes, responsáveis, sem rabo preso com anunciantes.

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