logo AzMina

10 celebridades que se declararam feministas em 2015

Há críticas, mas elas, sem dúvida, instigaram muita gente a descobrir o movimento

H á quem debata sobre os limites do feminismo das celebridades, dizendo que elas estão sequestrando a causa para chamar atenção ou que são privilegiadas demais para representar as mulheres que mais sofrem no mundo. Outros acham bacana, pois elas podem despertar a curiosidade de mais pessoas sobre o feminismo. Seja como for, o fato é que, em 2015, as famosas foram instadas a se posicionar. Não puderam passar incólumes às perguntas “você é feminista?” ou “o que você acha do feminismo?”. E muitas falaram do movimento de forma positiva. Veja dez delas:

taylor

Taylor Swift:

Feminismo é outra palavra para igualdade”

valesca

Valesca Popozuda:

Feminismo é não calar a voz diante de qualquer desigualdade”

Divulgação
Vanusa:

Sou feminista desde quando não sabia o significado da palavra”

vera

Vera Holtz:

Isso sempre teve. É algo da minha geração. Agora está até calmo porque, antigamente, era na rua. Hoje em dia é indoor [na Internet]”.

adele

Adèle:

Eu sou feminista. Acredito que todos devem ser tratados da mesma forma”.

furiosa

Charlize Theron:

As meninas precisam saber que é bom ser feminista”.

demilovato

Demi Lovato:

O feminismo pode ser confundido com a ideia de odiar homens e apenas apoiar as mulheres, mas a questão real é sobre igualdade”.

gif-camila-pitanga

Camila Pitanga:

Me tornei embaixadora da ONU Mulheres porque quero trazer à luz questões feministas e de igualdade de gênero”.

 

Divulgação

Samara Felippo:

Não é uma luta contra os homens. É pela igualdade”.

tumblr_nar86yeT9U1qgk9ago1_500

Karlie Kloss:

Cresci em uma casa com quatro mulheres – é difícil não ser uma feminista”.

Imagens: Divulgação

Somos movidas por uma comunidade forte. Falta você!

AzMina ajudou a revolucionar a cobertura de gênero no jornalismo brasileiro nos últimos 6 anos. Com informação e dados, discutimos temas tabus, fazemos reportagens investigativas e criamos uma comunidade forte de pessoas comprometidas com os direitos das mulheres. Muita coisa mudou nesse meio tempo (feminicídio deixou de ser “crime passional” e “feminista” xingamento), mas as violências contra as mulheres e os retrocessos aos nossos direitos continuam aí.

Nosso trabalho é totalmente independente e gratuito, por isso precisamos do apoio de quem acredita nele. Não importa o valor, faça uma doação hoje e ajude AzMina a continuar produzindo conteúdo feminista que faz a diferença na vida das pessoas. O momento é difícil para o Brasil, mas sem a nossa cobertura, o cenário fica ainda mais tenebroso.

FAÇA PARTE AGORA