logo AzMina

Daniela Mercury, Valesca Popozuda e Tiê. Com esse time mais do que estrelado, AzMina levou a discussão sobre desigualdade salarial para rádios, redes sociais e para o YouTube. Em diversos canais, músicas das 3 cantoras eram interrompidas em 70% da reprodução. O susto era explicado por uma mensagem alertava: “mulheres ganham apenas 70% do que os homens ganham”. No jornalismo, a discussão foi aprofundada com matérias especiais sobre a mulher e o mercado de trabalho. A campanha foi premiada com 4 Leões em Cannes, no mais relevante prêmio da publicidade mundial.

Conheça a campanha

Como os estereótipos estão atrapalhando sua carreira e reduzindo seu salário

5 ações que precisam mudar para acabar com a desigualdade de gênero no trabalho

 

 

Quem está na cola do machismo mesmo?

Desde 2015, AzMina está do lado das mulheres e da luta pelos nossos direitos. E, ao nosso lado, nós tivemos muitas leitoras e leitores, que financiam o nosso trabalho e acreditam que jornalismo feminista deve chegar a todos. Graças aos nossos apoiadores, impactamos a vida de milhares de mulheres e produzimos cada vez mais conteúdos e projetos. Nossas reportagens, vídeos, podcasts, campanhas de conscientização e projetos como o PenhaS e o Elas no Congresso são totalmente gratuitos.

Se você valoriza tudo isso, considere fazer uma doação. Junte-se às mais de 500 pessoas que tornam o nosso trabalho possível. A maior parte dos nossos apoiadores contribui com R$ 20 mensais e cada real é importante.

O jornalismo feminista independente é muito essencial à Democracia sempre. Mas no Brasil de 2021, não podemos descuidar nem um dia. Para isso, AzMina depende de você.

APOIE A CONTINUIDADE DESSE TRABALHO HOJE!