logo AzMina

Mobilidade urbana é coisa de menina, sim!

Evento inédito discute o tema sob a perspectiva das mulheres. Todas as discussões serão conduzidas por mulheres da área

Os debates e as políticas públicas sobre o planejamento urbano são pautados por homens. Isso pode explicar a falta de atendimento às demandas das mulheres sobre as ruas e transportes públicos.

Normas como a do Conselho Participativo Municipal de São Paulo – organismo de representação e consulta da sociedade civil nas subprefeituras -, que determinam a obrigatoriedade de 50% de mulheres participantes, ainda não são aplicadas em grande parte dos aparatos estatais.

Nesta segunda-feira, acontece um evento inédito, organizado pela a WRI Brasil Cidades Sustentáveis, em parceria com Cidade Ativa, Corrida amiga, SampaPé, Pé de Igualdade e ANTP, com a temática da mobilidade urbana sob a perspectiva das mulheres. Todas as discussões serão conduzidas apenas por mulheres atuantes na área.

Pela manhã, na primeira mesa, será elaborado um panorama geral sobre a participação das mulheres na elaboração de políticas públicas de mobilidade urbana. Enquanto, na segunda mesa, especialistas explorarão os recortes de gênero, raça e classe, e suas diferentes demandas. O evento conta com a presença de Patricia Rodrigues, chefe da Assessoria de Participação e Controle Social da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres da Prefeitura de São Paulo; Kamilla Gomes, do Conselho Participativo Municipal da Prefeitura de São Paulo; entre muitas outras.

Serviço

Data: 05 de dezembro de 2016

Horário: das 9:00 às 17:30

Local: São Paulo Center (em frente ao Jockey Club), Sala Cidade Jardim

Endereço: Av. Lineu de Paula Machado, 1088

*Haverá coffee break e almoço no local|

Somos movidas por uma comunidade forte. Falta você!

AzMina ajudou a revolucionar a cobertura de gênero no jornalismo brasileiro nos últimos 6 anos. Com informação e dados, discutimos temas tabus, fazemos reportagens investigativas e criamos uma comunidade forte de pessoas comprometidas com os direitos das mulheres. Muita coisa mudou nesse meio tempo (feminicídio deixou de ser “crime passional” e “feminista” xingamento), mas as violências contra as mulheres e os retrocessos aos nossos direitos continuam aí.

Nosso trabalho é totalmente independente e gratuito, por isso precisamos do apoio de quem acredita nele. Não importa o valor, faça uma doação hoje e ajude AzMina a continuar produzindo conteúdo feminista que faz a diferença na vida das pessoas. O momento é difícil para o Brasil, mas sem a nossa cobertura, o cenário fica ainda mais tenebroso.

FAÇA PARTE AGORA