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“Bora fazer um ménage?” Como bissexuais sofrem com preconceito e fetichização

AzMina e a apresentadora Marcela Mc Gowan dão a letra sobre as bifobias do cotidiano

A mina só queria entrar no Tinder, conhecer uma pessoa legal e tomar um vinho – quem sabe, dois -, mas foi só dizer que era bissexual que a proposta veio: “bora fazer um ménage?” 

Parece bizarro – e é – mas tem gente que se sente à vontade para fazer um convite desse, olhando só para a orientação sexual da pessoa. É a fetichização da bissexualidade.

Mas não são só as minas que sofrem, viu?. Sempre tem aquele comentário, disfarçado de piada, que só o sem noção ri: “ah, mas bi é aquele cara que não teve coragem de sair do armário, né? Na verdade, ele é gay” Não! Bissexualidade é uma orientação válida e completa, como todas as outras. 

É para acabar com a desinformação que AzMina e a apresentadora Marcela Mc Gowan entregaram tudo no terceiro episódio do AzMina dá a letra. Com inteligência,  bom humor e sagacidade, você vai descobrir quais são as expressões bifóbicas que existem no seu vocabulário 

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Leia mais: Minha namorada bissexual vai me trocar por um homem? – AzMina

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