logo AzMina

O que será que as americanas acham da “mulata Globeleza”, a icônica mulher negra que desde o início dos anos 90 dançava seminua em qualquer intervalo da programação da TV Globo? Nana Queiroz foi às ruas de New Orleans perguntar. A surpresa das mulheres de lá viralizou e deu corpo à discussão sobre a hiperssexualização da mulher negra, uma das pautas fundamentais do movimento negro. No ano seguinte, a Globeleza voltou, mas desta vez vestida, acompanhada de uma trupe de dançarinos e apresentando, além do samba, diversos ritmos que caracterizam a diversidade do Carnaval brasileiro.  

Nós, mulheres negras, queremos o fim da Globeleza

Quando criança, eu sonhava em ser Globeleza

Globeleza 2017, uma nova perspectiva sobre o Carnaval – e não só para nós, negras

Quem está na cola do machismo mesmo?

Desde 2015, AzMina está do lado das mulheres e da luta pelos nossos direitos. E, ao nosso lado, nós tivemos muitas leitoras e leitores, que financiam o nosso trabalho e acreditam que jornalismo feminista deve chegar a todos. Graças aos nossos apoiadores, impactamos a vida de milhares de mulheres e produzimos cada vez mais conteúdos e projetos. Nossas reportagens, vídeos, podcasts, campanhas de conscientização e projetos como o PenhaS e o Elas no Congresso são totalmente gratuitos.

Se você valoriza tudo isso, considere fazer uma doação. Junte-se às mais de 500 pessoas que tornam o nosso trabalho possível. A maior parte dos nossos apoiadores contribui com R$ 20 mensais e cada real é importante.

O jornalismo feminista independente é muito essencial à Democracia sempre. Mas no Brasil de 2021, não podemos descuidar nem um dia. Para isso, AzMina depende de você.

APOIE A CONTINUIDADE DESSE TRABALHO HOJE!