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Divã d’AzMina

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‘Tá vendo aquela gordurinha na minha cintura? Eu amo’

'Ela me incomodou a vida inteira, e eu nem sei se ela esteve a vida inteira ali, mas, na minha mente, sim, esteve. Mas aí a gente cresce e começa a valorizar o que é'

‘Aos 65 anos, experimentei sexo virtual. E, quando nos encontramos ao vivo, fui agredida’

'Eu sabia o que ele queria. Mas, droga, meus cabelos são brancos. Não tenho mais tempo pra não viver o que a vida me pede'

‘Não gosto de transar com meu namorado. Mas ele é o cara mais legal do mundo’

'Quero ter um companheiro muito mais do que quero gozar. E, quando quero gozar, me masturbo e fica tudo bem'

‘Me achava muito gorda e feia, e achava justo o bullying que faziam comigo na escola’

'Os diretores diziam que eu exagerava, que estava inventando. Aos 13 anos, comecei a sofrer de bulimia e automutilação'

‘Me dói saber que por vários meses vivi uma relação que envolvia enganar outra mulher’

'Além da aliança dourada no dedo esquerdo, ele tinha um ego enorme, uma mitomania patológica'

‘Simplesmente não quero ter filhos. Me deixem fazer laqueadura em paz’

'Só peço que respeitem a decisão de suas amigas, filhas, esposas. Continuamos a ser mulheres. E não monstros'

‘Ele me espancou, chutou, estrangulou. E, depois, foi dormir’

'Depois de chorar muito, acabei dormindo no sofá. Acordei com ele dizendo: 'Olha só o que você me fez fazer'

‘As pessoas fingem que se importam com fetos. Quando temos aborto espontâneo vemos que não’

'Perdi dois filhos: o Tomás, com quase sete meses de gestação, e a Amora, com três meses de gravidez. Fora eu e meu marido, ninguém conta essas crianças'

‘Não conseguia fazer nada além de passar mal e dormir’

'Minha ansiedade queria controlar tudo, e me deixava passiva, me tirando de cena sempre que não conseguia. Fui criando um mundo de pensamentos, vontades, desejos e medos, ao qual ninguém tinha acesso'

‘Quando chegava a hora da penetração, aquilo sempre me destruía’

'Sempre senti dor e mal estar na penetração. Procurei respostas em muitos lugares. Acreditava que havia algo de errado comigo. Hoje, aos 32 anos, vejo a coisa de outra forma'
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