azm_logo-educacional

AzMina agora conta também com cursos, palestras, workshops e oficinas

Conheça aqui nossas propostas educativas

Divã d’AzMina

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

‘Simplesmente não quero ter filhos. Me deixem fazer laqueadura em paz’

'Só peço que respeitem a decisão de suas amigas, filhas, esposas. Continuamos a ser mulheres. E não monstros'

‘Ele me espancou, chutou, estrangulou. E, depois, foi dormir’

'Depois de chorar muito, acabei dormindo no sofá. Acordei com ele dizendo: 'Olha só o que você me fez fazer'

‘As pessoas fingem que se importam com fetos. Quando temos aborto espontâneo vemos que não’

'Perdi dois filhos: o Tomás, com quase sete meses de gestação, e a Amora, com três meses de gravidez. Fora eu e meu marido, ninguém conta essas crianças'

‘Não conseguia fazer nada além de passar mal e dormir’

'Minha ansiedade queria controlar tudo, e me deixava passiva, me tirando de cena sempre que não conseguia. Fui criando um mundo de pensamentos, vontades, desejos e medos, ao qual ninguém tinha acesso'

‘Quando chegava a hora da penetração, aquilo sempre me destruía’

'Sempre senti dor e mal estar na penetração. Procurei respostas em muitos lugares. Acreditava que havia algo de errado comigo. Hoje, aos 32 anos, vejo a coisa de outra forma'

‘Ouvi um agente de modelos dizer que eu era bonita, mas tinha um problema: era negra’

'Saí de lá aos prantos e tentando entender aquela lógica que limitava as oportunidades de trabalho para mulheres negras no mercado de moda e beleza a um número muito baixo e desequilibrado'

“O clássico ‘é que você me deixa louco’ não cola mais comigo”

Relacionamento abusivo não é só um homem que desce um tapa na sua cara e o sexo por obrigação não é apenas quando alguém arranca sua roupa e estupra você

“Por que precisamos falar de assédio até a exaustão?” – #UmaMinaAjudaAOutra

Quando ouço alguém dizendo que o mundo tá chato, que feminismo é mimimi, tenho certeza de que ainda estamos discutindo pouco o assunto

“Num baile, fomos cercadas. E, por medo e culpa, nos calamos” – #UmaMinaAjudaAOutra

Foi uma covardia, mas na época achava que havia permitido aquela situação. Hoje sei muito bem quem eram os vilões e quem era a vítima

“A moça estava caída no banheiro. Entrei no meio e falei para eles saírem” – #UmaMinaAjudaAOutra

Eu gosto de carnaval, mas parei de curtir por causa da chatice que são os homens achando que você tem que beijar todo mundo
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE