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Romance de folhetim

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Pequenas esposas: décimo

Não gostava do visitante, da responsabilidade de recebê-lo – quero que seja como um filho seu, Matias havia dito, acometido de uma vontade febril de ter família

Pequenas Esposas: Nono

A cabeça de Maria nunca tinha voltado a ser a mesma, é claro. Não barulhava como antes

Pequenas Esposas: Oitavo

Ele era só um pequeno acidente a ser contornado, devolvido para de quem era a culpa de verdade

Pequenas Esposas: sétimo

Refletiu sobre as possíveis razões e só encontrou uma: estava claro que, de tanto remexer, o marido tinha arrebentado qualquer coisa dentro dela

Pequenas Esposas: sexto

Percebeu que não queria ser bonita. Não para ele, não para o mundo que não era feito para gente como ela

Pequenas Esposas: quinto

Se alguém tivesse prestado atenção na menina descabelada poderia atestar a seriedade daquela promessa: Vicentina começou a virar sombra

Pequenas Esposas: quarto

Neste capítulo, conheça melhor a nova família de Maria Vicentina

Pequenas Esposas: terceiro

Se Matias era seu marido, então não demoraria a querer dançar com ela. Quis que a mãe tivesse explicado o que aconteceria. Ou que o pai tivesse voltado para deixar um último abraço. Um abraço que fosse

Pequenas esposas: segundo

Toda sexta-feira a Revista AzMina publica um capítulo do romance de folhetim "Pequenas Esposas", de Fabiane Guimarães

Pequenas esposas – Primeiro

“Mother says there are locked rooms inside all women, kitchen of love, bedroom of grief, bathroom of apathy. Sometimes, the men, they come with keys, and sometimes the men, they come with hammers.” - Warsan Shire
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