logo AzMina

Qual a diferença entre assédio e paquera?

Saímos pelas ruas de São Paulo para perguntar aos homens qual a diferença entre assédio e paquera. "É complicado", disse um deles. A gente descomplica!
por Carolina Oms
7 de fevereiro de 2018

 
Carnaval é tempo de festa, de ocupar a cidade com música, dança e alegria. Mas é também tempo de enfrentar o assédio, de fazer nossa voz ser ouvida até eles entenderem que “não é não”, que beijo forçado não é paquera, que não pode tocar sem permissão e que nós não vamos mais aceitar caladas.

Desde 2016, a Revista AzMina faz campanhas para combater o assédio, o racismo e o machismo no carnaval. São milhares de compartilhamentos, inúmeras reportagens n’AzMina, em veículos alternativos e da grande imprensa, duas marchinhas feministas, vídeos e guias didáticos para combater o assédio e incentivar a solidariedade. Compartilhe nosso material nas redes sociais e apps de mensagens! Espalhe as
#CarnavalSemAssédio #CarnavalFeminista #DeixaElaTocarEmPaz #NãoÉNão

Conheça as campanhas, reportagens e marchinhas:

Se Você Quiser, hit feminista com Bruna Caram e Chico César

No Carnaval, na cama e nas ruas, “deixa ela tocar em paz”

Globeleza 2017, uma nova perspectiva sobre o Carnaval – e não só para nós, negras

Elas estão enchendo o Carnaval de feminismo pra você. Quer brincar junto?

#UmaMinaAjudaAOutra: 9 ideias pra você mudar o Carnaval de outras mulheres

Guia didático da diferença entre paquera e assédio pra você não ser um canalha no Carnaval

As drogas que podem aparecer no seu carnaval e como cada uma funciona

 

Apoie AzMina

A Revista AzMina alcança cada vez mais gente e já ganhou mais prêmios do que poderíamos sonhar em tão pouco tempo. A gente acredita que o acesso a  informação de qualidade muda o mundo. Por isso, nunca cobraremos pelo conteúdo. Mas o jornalismo investigativo que fazemos demanda tempo, dinheiro e trabalho duro – então você deve imaginar por que estamos pedindo sua ajuda.

Quando você apoia iniciativas como a nossa, você faz com que gente que não pode pagar pela informação continue tendo acesso a ela. Porque jornalismo independente não existe: ele depende das pessoas que acreditam na importância de uma imprensa plural e independente para um país mais justo e democrático.

Apoie AzMina

AzMina é uma resposta feminista à desigualdade e ao preconceito