logo AzMina

#MaisQue70

Daniela Mercury, Valesca Popozuda e Tiê. Com esse time mais do que estrelado, AzMina levou a discussão sobre desigualdade salarial para rádios, redes sociais e para o YouTube. Em diversos canais, músicas das 3 cantoras eram interrompidas em 70% da reprodução. O susto era explicado por uma mensagem alertava: “mulheres ganham apenas 70% do que os homens ganham”. No jornalismo, a discussão foi aprofundada com matérias especiais sobre a mulher e o mercado de trabalho. A campanha foi premiada com 4 Leões em Cannes, no mais relevante prêmio da publicidade mundial.

Conheça a campanha

Como os estereótipos estão atrapalhando sua carreira e reduzindo seu salário

5 ações que precisam mudar para acabar com a desigualdade de gênero no trabalho

 

 

Apoie AzMina

AzMina alcança cada vez mais gente e já ganhou mais prêmios do que poderíamos sonhar em tão pouco tempo. A gente acredita que o acesso a  informação de qualidade muda o mundo. Por isso, nunca cobraremos pelo conteúdo da Revista AzMina. Mas o jornalismo investigativo que fazemos demanda tempo, dinheiro e trabalho duro – então você deve imaginar por que estamos pedindo sua ajuda.

Quando você apoia iniciativas como a nossa, você faz com que gente que não pode pagar pela informação continue tendo acesso a ela. Porque jornalismo independente não existe: ele depende das pessoas que acreditam na importância de uma imprensa plural e independente para um país mais justo e democrático.

Apoie AzMina