azm_logo-educacional

AzMina agora conta também com cursos, palestras, workshops e oficinas

Conheça aqui nossas propostas educativas

Nana Queiroz

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Nana Queiroz

Nana Queiroz

Diretora de Redação
A Nana é jornalista, escritora e diretora de redação da Revista AzMina. Escreveu os livros "Você já é feminista: abra este livro e descubra o porquê" e “Presos que Menstruam”, além de roteirista do filme de mesmo nome que está em produção (e querendo virar série). Ela também é criadora do protesto Eu Não Mereço Ser Estuprada. Entrou nas listas de mulheres mais destacadas de 2014 do UOL, Brasil Post e do think tank feminista Think Olga. Foi finalista do Troféu Mulher Imprensa 2016. Como jornalista, trabalhou nas revistas Época, Galileu, Criativa e Veja, além dos jornais Correio Braziliense e Metro. No ativismo, foi media campaigner da Avaaz. É bacharel em jornalismo pela USP e especialista em Relações Internacionais pela UnB. Siga a Nana em: www.facebook.com/nana.queiroz

“Crianças podem mudar de gênero porque não se trata de escolha”

Para advogada que estuda troca de nomes por menores de idade, o argumento de que crianças não têm autonomia de decisão não é válido, já que não há uma decisão a ser tomada quando se refere à identidade

Mulheres da China Comunista Consumista

Abertura ao capitalismo e invasão da cultura ocidental têm apresentado nossos desafios às chinesas, que vivem uma crise de identidade

Musas do Carnaval denunciam conivência de escolas de samba com assédio

É dura a vida de quem trabalha com a beleza: homens desrespeitam, tocam sem permissão. Além de tudo, organizadores de eventos aconselham modelos a "serem simpáticas" com abusadores

Bloco Mulheres Rodadas faz pré-Carnaval feminista

Objetivo é usar a folia pra mostrar que machismo, racismo e homofobia são coisas ultrapassadas

O que mulheres de outras culturas achariam da Globeleza?

Fomos até New Orleans (EUA), uma das cidades mais carnavalescas do mundo, e mostramos pra elas a propaganda deste ano. Esta foi a reação delas:

Guia didático da diferença entre paquera e assédio pra você não ser um canalha no Carnaval

Não é uma tristeza que, em pleno século 21, a gente ainda tenha que ensinar marmanjo como brinca de conquistar?

Chega de #assédionotrabalho!

As mulheres são as que mais sofrem com o assédio sexual de superiores: elas são 80% das vítimas - e só 12% denunciam o abuso

Sete sonhos para o feminismo de internet em 2016

É crítica, mas é cheia de amor <3

Um editorial para celebrar!!!!

Nesta edição teremos até campanha pra botar #homemnapia, no fraldário, na porta da escola, no tanque....

A revolução vai acontecer na pia!

Parece pequeno discutir quem lava a louça, mas a ONU definiu a não-divisão dos trabalhos domésticos como um dos maiores entraves para a equidade
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE