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Nana Queiroz

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Nana Queiroz

Nana Queiroz

Diretora de Redação
A Nana é jornalista, escritora e diretora de redação da Revista AzMina. Escreveu os livros "Você já é feminista: abra este livro e descubra o porquê" e “Presos que Menstruam”, além de roteirista do filme de mesmo nome que está em produção (e querendo virar série). Ela também é criadora do protesto Eu Não Mereço Ser Estuprada. Entrou nas listas de mulheres mais destacadas de 2014 do UOL, Brasil Post e do think tank feminista Think Olga. Foi finalista do Troféu Mulher Imprensa 2016. Como jornalista, trabalhou nas revistas Época, Galileu, Criativa e Veja, além dos jornais Correio Braziliense e Metro. No ativismo, foi media campaigner da Avaaz. É bacharel em jornalismo pela USP e especialista em Relações Internacionais pela UnB. Siga a Nana em: www.facebook.com/nana.queiroz

Marcela, a mulher que a família brasileira aceita ver na política

Os adjetivos "Bela, recatada e 'do lar'” são, claramente, uma cutucada na presidenta Dilma Rousseff, ofendida por opositores como "feia, mandona e intrometida na esfera pública"

Termos em inglês estão elitizando o feminismo

Sempre que os usamos estamos colocando diante de nossa vontade de incluir o nosso desejo de nos sentirmos especiais por já fazermos parte da gangue

“Os erros da esquerda abriram espaço para a extrema direita”

A presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais da OAB/ DF até acredita na ascensão de líderes como Bolsonaro, mas acha que as mulheres não vão aceitar que direitos sejam retirados

“No golpe em curso, as mulheres têm muito a perder”

Para professora de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), a ascensão de líderes anti-mulheres é uma ameça real

Machismo nosso de cada crise política

A violência é a arma mais fácil daqueles que não sabem argumentar. O problema acontece dos dois lados.

O Bolsonaro americano concorre pela presidência

Donald Trump foi a piada que ficou séria nas eleições presidenciais americanas

Porque as mulheres devem celebrar o aumento da licença paternidade

A licença é ainda insuficiente, mas é um grande passo para o reconhecimento de que maternidade e paternidade têm importância igual para os filhos

A violência tem cor e gênero no Brasil

Dados do último Mapa da Violência denotam aumento de 54% nos homicídios de mulheres negras, enquanto o assassinatos de brancas caiu 9,8%. O que explica isso? Uma complexidade de questões!

FHC teria feito dois abortos – só a mulher comum não pode?

Ex-amante do presidente disse que ele pagou para interromper gestações indesejadas. Bem-vindos ao Brasil, onde só pobre precisa seguir uma lei machista

Garota Dinamarquesa: um – ótimo – filme de trans pra iniciantes

O longa que estreia hoje emociona mesmo quem ainda não abriu o coração para a causa, com o drama de uma mulher presa num corpo masculino e numa era de intolerância
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