azm_logo-educacional

AzMina agora conta também com cursos, palestras, workshops e oficinas

Conheça aqui nossas propostas educativas

livia.magalhaes

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Lívia Magalhães

Lívia Magalhães

Colunista
Lívia é movida por uma paixão em defender os grupos sociais mais vulneráveis (mulheres, crianças, LGBT, pessoas com deficiência e todos aqueles que tem seus direitos constitucionais violados). Advogada especializada em Direito Criminal e de Família, é presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/DF e sócia proprietária do escritório Lívia Magalhães Advocacia. Acumula também o cargo de advogada da Revista AzMina. Pra dar conta de tudo isso e ainda gastar um tempinho com seu cachorro fofíssimo Max, ela é ligada na tomada 220V, 24 horas por dia!

O que a condenação do padre que impediu um aborto legal significa para as mulheres

O tema sempre será um tabu. Porém, a discordância não pode se confundir com o desrespeito pelas escolhas dos indivíduos

Tanto Brasil quanto Argentina têm leis contra o feminicídio, mas isso não basta

A diferença é que a pena na Argentina é perpétua, enquanto no Brasil a pena é de reclusão de 12 a 30 anos, podendo ser agravada em casos específicos

Justiça decide que estupro não precisa de contato físico. Entenda o que muda

No caso analisado pelo STJ, uma menina de 10 anos foi levada a um motel por terceiros e forçada a tirar a roupa na frente de um homem

Como o Ministério Público e os Três Poderes alimentam a cultura do estupro

O que temos observado estarrecidos são casos nos quais aqueles que deveriam proteger as mulheres agem ativa ou passivamente para perpetuar a abominável cultura

De incapaz a livre: a evolução dos direitos da mulher na família

Na lei brasileira, as mulheres casadas passaram de incapacitadas a seres de plenos direitos, mas não só de mudanças legais se faz justiça

O Réveillon de Veluma nos lembra que nenhuma mulher pede para ser estuprada

Jovem alega ter sido violentada por um segurança enquanto celebrava a virada. Ao denunciar o caso, recebeu uma enxurrada de julgamentos

O Estado abusa dos corpos de mulheres e filhos de presos

Revista vexatória vitimiza pessoas do sexo feminino em 82% dos casos, sem contar crianças e idosos. Além de ineficaz, prática fere direitos constitucionais

Bê-a-Bá da legislação da violência doméstica contra a mulher

Nossa advogada esclarece dúvidas sobre crimes de gênero nesta edição - e explica como você pode agir se for vítima de um.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE