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Juliana Luna

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Juliana Luna

Juliana Luna

Luna é estrategista de comunicação, articuladora urbana, artista, atriz e embaixadora cultural. Nativa do Rio de Janeiro. Estudou dança na UFRJ e na Germaul Barnes Dance company em NYC. Atualmente, mora entre os Estados Unidos e o Brasil e viaja o mundo criando experiências compartilhadas para pessoas de todo tipo de estilo de vida. Seus nortes são: intuição, sabedoria ancestral, conhecimento por experiência global e a arte dos turbantes. Em maio de 2015, foi convidada para uma viagem de reconexão com suas raízes ancestrais. Através de um teste de DNA, descobriu que seus ancestrais vieram da Nigéria, do grupo étnico iorubá. Por mais de 5 anos, trabalhou ensinando pessoas, principalmente mulheres, a fazer amarrações de tecido na cabeça. Em estilo africano. Há pouco tempo percebeu que isso faz todo sentido. Tudo está conectado. Vive de aprofundar seus laços entre o Brasil e a Nigéria. E este é apenas o começo da jornada.

É possível ficar de boa com a menstruação?

A partir do dia em que eu parei de vilanizar minha menstruação, tudo mudou. É possível pararmos de projetar as mentiras que foram espalhadas pra nos desempoderar?

Autocuidado: Como reprogramar uma mente educada a viver com medo?

'Fomos educadas a viver com medo. De não conseguir trabalho, de ficar solteira, de casar, de os peitos caírem, de ser inteligente.'

Uma maneira simples de prevenir doenças: o autoconhecimento

'O autocuidado tem muito mais a ver com a nossa felicidade do que com uma prática zen, tranquilizante ou calmante".

Autocuidado é mais do que tirar férias: é escutar o próprio corpo

Estreando sua coluna, Juliana Luna conta que precisou chegar ao fundo do poço pra entender a importância do autocuidado

“Demos uma ‘surra’ nos caras que tentaram nos ridicularizar no Carnaval” – #UmaMinaAjudaAOutra

Eu e minhas amigas, juntas, reagimos a um grupo de homens que riu do nosso cabelo black power. Pude festejar e me sentir amparada.

Globeleza 2017, uma nova perspectiva sobre o Carnaval – e não só para nós, negras

Globeleza foi constituída através de ótica dominadora, opressora e racista. Por que só a “mulata” da Globo representava o Carnaval? E por que ela era invisível o resto do ano?

“O que me surpreende é que as pessoas estejam surpresas com a eleição de Trump”

Tenho esperança de que finalmente nos conscientizemos que a mudança que tanto queremos terá que partir de nós.

Marca empodera artesãs no Peru

Bolsas e acessórios são produzidos manualmente gerando oportunidade de trabalho.

Beleza sem preconceito: maquiagem para mulheres negras

Luna recebe uma super convidada: Dani DaMata, que dirige um projeto itinerante de automaquiagem e autoestima para mulheres negras

“Dizer que ser feminina é isso ou aquilo é reduzir as mulheres”, afirma a modelo transexual Carol Marra

A modelo fala com nossa editora de moda e estilo, Juliana Luna, direto da São Paulo Fashion Week
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