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debora diniz

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Debora Diniz

Debora Diniz

Debora é antropóloga, professora na UnB, escritora, documentarista e pesquisadora da Anis - Instituto de Bioética. Conduziu a Pesquisa Nacional do aborto - a maior já feita sobre o tema no Brasil.

Precisamos ouvir histórias de aborto

Débora Diniz fala sobre sua experiência na campanha ‘Eu vou contar’, que abre espaço para que mulheres contem suas histórias de aborto

Mulheres, por que greve geral?

São as mulheres as mais afetadas pela reforma trabalhista e da previdência. Devemos falar em aposentadas e trabalhadoras. Sabe por quê? Leia no texto de Débora Diniz

Uma abusada pelo padre, a outra estuprada pelo avô

Débora Diniz conta as histórias de Lucia e Suzana, duas crianças que tiveram as vidas marcadas pelo abuso sexual

Débora Diniz: “Ser feminista e contra o aborto é uma incoerência”

Posicionar-se “contra ou a favor” de escolhas que devem ser de foro íntimo não é uma postura ética compatível com o feminismo

Americanas vão às ruas sábado contra Trump e pelo aborto

Mulheres se preparam para marchar nos Estados Unidos. O principal temor é a perda de direitos já conquistados

2016 foi ano de olharmos para os femicídios causados pela lei

A criminialização do aborto causou uma matança no Brasil: uma mulher a cada seis horas. Esse sangue está nas mãos do Estado.

Três grandes mitos sobre o aborto

Hoje o Supremo vota ação sobre a epidemia de zika, que inclui também o aborto para mulheres grávidas contaminadas. E para o debate avançar, precisamos superar mitos que alimentam o sentimento de ultraje e fanatismo.

Como lidar com os fanáticos? Com a lei!

Judicializar não é fazer uso da força injusta, mas reconhecer que o Estado é uma instância legítima para fazer valer as regras da democracia

Livro conta a história do zika vírus – esse, sim, um legado da Copa do Mundo

A primeira geração de crianças com a síndrome do zika congênito completa um ano de idade, e pouco foi feito pelo governo brasileiro para colocá-las no centro da conversa política sobre a epidemia

Polônia nos ensina: religião e direito ao aborto não são incompatíveis

As mulheres que marcharam de negro são também católicas, mas acreditam que a liberdade é uma forma de arrumar religiões e democracia
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