A Revista AzMina é uma revista digital, gratuita e sem fins lucrativos cujo carro chefe é o jornalismo investigativo ou em profundidade com foco em questões de gênero e outras minorias.

O que é pauta na Revista AzMina?

Na Revista AzMina, todo tema é considerado assunto de mulher e não existem pautas proibidas. Porém, priorizamos o jornalismo aprofundado, crítico e investigativo em detrimento de cobrir o hardnews. Se algum tema quente está pautando o debate social, buscamos ir além da notícia, trazendo análises, dados inéditos e novas visões mesmo em reportagens mais imediatas. Também priorizamos pautas ignoradas ou que não recebam o destaque necessário na grande imprensa.

Temos colunistas de opinião e seções de pequenas reportagens temáticas, lugar em que cabem pautas mais leves e imediatas. Temos um compromisso em dar voz às nossas leitoras, publicando seus textos, histórias e opiniões – mas sempre respeitando a lei e a ética jornalística conforme normas do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. No entanto, essas seções e colunas nunca devem se sobrepor ao jornalismo investigativo, carro-chefe da casa.

Qual é a missão da Revista AzMina?

A missão da Revista AzMina é dar ferramentas para que a sociedade enfrente as desigualdades de gênero e outras opressões através da informação de qualidade e sem rabo preso com anunciantes e governos. Acreditamos que um dos deveres do jornalismo é colaborar para a construção de uma sociedade mais justa e nosso papel específico é alimentar debates que livrem as mulheres de todos os tipos de violência, considerando as diversidades de raça, classe e orientação sexual.

Qual é a visão da Revista AzMina?

Sonhamos com um mundo em que mulheres de todas as raças, classes, religiões, orientações sexuais e identidades de gênero tenham acesso a informações que as permitam lutar por (e conquistar) uma vida livre de violência e opressões. Que possam desenvolver seu máximo potencial pessoal, profissional, espiritual e emocional sem impedimentos. Acreditamos que os benefícios desse potencial social, econômico, político e afetivo serão usufruídos por toda a sociedade, inclusive, pelos homens.

Quais são os valores do jornalismo feito pela Revista AzMina?

* AzMina se opõe a qualquer tipo de controle à liberdade individual das mulheres;

* AzMina acredita no fortalecimento das minorias e numa visão interseccional do feminismo;

* AzMina se opõe a toda forma de racismo, lesbofobia, homofobia, transfobia ou qualquer outro tipo de preconceito;

* Em denúncias, escutamos com respeito a versão das mulheres sobre os acontecimentos, mas seguimos normas de boas práticas de jornalismo e a legislação vigente, ouvindo o outro lado, investigando e apurando os casos de violência contra mulher com responsabilidade;

* Buscamos um diálogo respeitoso e acolhedor com todas e todos;

* Acreditamos que não existem perguntas proibidas ou assuntos tabus e o primeiro caminho para a desconstrução é o debate aberto e sincero;

* Acreditamos que feminismo é uma questão de toda a sociedade e é impossível atingir a equidade de gêneros sem diálogo com os homens;

* Conscientes de que as mulheres estão em posição de desvantagem social, no entanto, priorizamos, sempre que possível, as vozes femininas, para desfazer um desequilíbrio histórico reproduzido e reforçado pela imprensa tradicional;

* Queremos atingir todas as mulheres, sejam quais forem suas crenças, valores ou posição social;

* Não acreditamos em inquisições de redes sociais e não entramos em campanhas de destruição de reputações – por mais questionáveis que os indivíduos em questão possam ser, defendemos ser papel da Justiça, e não do jornalismo, julgá-los;

* Por estatuto e princípio, não apoiamos discursos de ódio contra nenhum grupo. Aqui, não vale preconceito de nenhum tipo.

Política de presentes e financiamento de reportagens

* AzMina não aceita que marcas privadas patrocinem reportagens específicas; marcas só podem investir em produtos do AzMina Conteúdo, AzMina Educacional ou pacotes de projetos sem poder de opinar no conteúdo, como bolsas de reportagens, e, mesmo assim, obedecendo aos nossos critérios de “marca amiga da mulher” (critérios a serem definidos pelo Institucional);

* AzMina não faz reportagens ou postagens pagas em suas redes sociais;

* Nenhuma colaboradora d’AzMina pode receber qualquer presente ou agrado em valor superior a R$ 100 se ele vier por decorrência de seu trabalho na revista por parte de marcas, partidos políticos ou pessoas diretamente envolvidas em reportagens;

* Em caso de doações de passagens ou hospedagem para realização de apuração, a reportagem deve deixar claro ao leitor quem ofereceu o patrocínio em nota ao final da publicação;

* Nenhuma repórter pode ou deve cobrir assuntos que conflitem com interesses de seus familiares, amigos íntimos ou outros locais em que ela trabalhe ou invista;

Índice de termos usados e não usados

* AzMina não usa @ ou X porque esse uso exclui pessoas com deficiências visuais, já que seus leitores automáticos não conseguem entender as expressões. Em vez disso, buscamos uma linguagem sem gênero e, se não for possível, usamos o feminino e o masculino. Por exemplo: “Todos e todas gostam de chocolate” ou “Todas as pessoas” e não “TodXs” ou “Tod@s” ou ainda “Todos” somente;

* AzMina não usa eufemismos para falar de gordura porque gordura não é defeito. Usamos “gorda” e não “curvilínea”, “gordinha” ou “rechonchuda” (a não ser que seja para se referir a crianças). Plus size é tamanho de roupa, pessoas não são plus size. Não falamos modelos plus size, falamos em modelos gordas ou, apenas, modelos;

* AzMina não infantiliza ou trata suas leitoras com condescendência. Não usamos expressões como “menina”, “senta aqui com a tia” ou similares;

* AzMina não usa termos como “crime passional” ou “assassinato por ciúmes” porque acredita que esses casos não podem ser romantizados e o amor não serve de desculpa para as ocorrências;

* AzMina jamais usa o termo “sexo” para falar de estupro. Como sinônimo, opte por violência sexual ou, no máximo, “sexo forçado”;

* AzMina não aborda, jamais, a reputação da vítima em matérias sobre violência contra a mulher;

* Não reproduzimos termos e conceitos em inglês sem adaptá-los ao idioma e à realidade do Brasil. Essa medida visa tornar a informação democrática e descolonizar o feminismo brasileiro;

* Ao se referir a pessoas negras, não usamos termos como “morena”, “mulata” ou “de cor”. Descreva a pessoa como ela é: negra de pele clara, negra de pele escura. A negritude abrange uma gama ampla de tonalidades e traços – e não é ofensa chamar alguém de negro(a);

* As seguintes expressões são vetadas por serem racistas: mulata, inveja branca, “neguinho faz isso”, dia de branco, judiar, baianada, “cara de cearense” e similares.

* Quando tratar de deficiências, dizer “pessoa com deficiência” e não “pessoa portadora de deficiência”. Jamais usar “necessidades especiais” ou “deficientes”, pois são considerados termos pejorativos. Abordamos os temas seguindo as boas práticas recomendadas pelo Manual de Jornalismo Humanizado do Think Olga.

* A expressão Doença Rara (DR), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), só pode ser usada para doenças que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1,3 para cada 2 mil pessoas.

* AzMina busca, em seu linguajar, evitar estereótipos do que é entendido como “feminino” ou “masculino” no que se refere ao jeito de se portar, se vestir, pensar, maternidade, entre outros. Evitar frases como “típico de mulheres” e “típico de homens”;

* AzMina considera o trabalho sexual um trabalho e, ao mesmo tempo, se apropria de termos antes pejorativos para ressignificá-los. Usa os termos: trabalho sexual, prostituição, prostituta, puta ou profissional do sexo.

* Exploração sexual ocorre quando há sexo forçado entre um adulto com um menor de idade ou pessoa adulta que não consente com o ato. Trata-se de estupro mediado pelo dinheiro. Tráfico sexual ocorre quando existe ganho financeiro em cima do trabalho sexual forçado de outra pessoa. Por exemplo: no caso de uma menina de 14 anos, o cliente é explorador; o cafetão, traficante sexual.

* Azmina adota a auto-identificação de gênero, raça ou orientação sexual como critério para classificar as pessoas. Na dúvida, pergunte à entrevistada ou ao entrevistado com que pronome, por exemplo, prefere ser tratada ou tratado;

* AzMina preza pela forma como as pessoas falam e acredita que essa é uma informação importante para a reportagem. Não alteramos as falas das pessoas para a norma culta da língua, respeitamos suas escolhas linguísticas. Alterações em falas só são admitidas quando é necessário resumir ou adaptar para a compreensão escrita, desde que isso não altere o significado do que a pessoa diz;

* Adjetivos devem ser usados com moderação e prioritariamente em descrições de pessoas e lugares e não de fatos ou leis, por exemplo. Pode-se dizer que uma pessoa é “baixinha e com um sorriso bonito” ou que um parque é “vasto, quente e prazeroso”, mas não se pode dizer que “a lei é boa” e “o presidente é sensato”, a não ser em colunas de opinião;

* AzMina diferencia sexo biológico e gênero social, mas compreende que os dois conceitos se entrelaçam;

Guia de uso de termos para identidades e orientações de gênero:

 

Identidade e orientação sexual – um esclarecimento
Identidade sexual (ou gênero) se refere a formas de se identificar e ser identificada(o) como homem, como mulher ou como pessoa não binária. Orientação sexual se refere à atração afetivossexual por alguém de algum/ns gênero/s. Uma dimensão não depende da outra, não há uma norma de orientação sexual em função do gênero das pessoas.

Tal qual as demais pessoas, uma pessoa trans pode ser bissexual, heterossexual ou homossexual, dependendo do gênero que adota e do gênero com relação ao qual se atrai afetivossexualmente: mulheres transexuais que se atraem por homens são heterossexuais; homens transexuais que se atraem por mulheres também o são, por exemplo.

Transgêneros
Pessoas transgênero são aquelas que não se identificam com o gênero que lhes foi designado quando do nascimento. Algumas delas se submetem a uma cirurgia de transgenitalização — adequação cirúrgica do órgão genital à imagem que a pessoa tem dele — mas outras não. Ao contrário do que se costuma pensar, o que determina a identidade de gênero trans é a forma como as pessoas se identificam, e não um procedimento cirúrgico. Em decorrência disso, muitas pessoas que hoje se reconhecem ou são taxadas como travestis seriam, em teoria, transexuais.

Preferir o termo “mulher trans” ou “mulher transgênero”, pois abrangem mais grupos e não leva as pessoas a confundirem as identidades trans com orientação sexual.

Travestis
O termo “travesti” é antigo, muito anterior ao conceito de “transexual”, e por isso muito mais utilizado e consolidado em nossa linguagem, quase sempre em um sentido pejorativo. AzMina, no entanto, apropria-se deste termo e o ressignifica.

Entende-se que são travestis as pessoas que vivenciam papéis de gênero feminino, mas não se reconhecem como homens ou como mulheres, mas como membros de um terceiro gênero ou de um não-gênero. É importante ressaltar que a maioria das travestis, independentemente da forma como se reconhecem, preferem ser tratadas no feminino, considerando insultuoso serem adjetivadas no masculino.

Crossdressers
Se refere a homens heterossexuais que não buscam reconhecimento e tratamento de gênero (não são transexuais), mas têm prazer ao se vestirem como mulheres temporariamente.

A vivência do crossdresser geralmente é doméstica, com ou sem o apoio de suas companheiras, têm satisfação emocional ou sexual momentânea em se vestirem como mulheres, diferentemente das travestis, que vivem integralmente de forma feminina.

Drag queen/king, transformista
Artistas que fazem uso de feminilidade estereotipada e exacerbada em apresentações são conhecidos como drag queens, homens fantasiados como mulheres. No mesmo sentido, mulheres caracterizadas de forma caricata como homens são drag kings. Drag queens/king vivenciam a inversão do gênero como diversão, entretenimento e espetáculo, não como identidade.

Cisgênero
Chamamos de cisgênero, ou de “cis”, as pessoas que se identificam com o gênero que lhes foi atribuído quando ao nascimento. Denominamos pessoas não-cisgênero as que não são identificam com o gênero que lhes foi determinado, como transgênero, ou trans.

Sapatão, Viado, etc
Só podem usar esses termos, na Revista AzMina, pessoas que pertencem a estes grupos minoritários. Preferir gay, lésbica, homossexual nos demais casos.

Ouvir a vítima respeitando o outro lado

* Ouvimos a declaração de mulheres vítimas de estupro e outras violências com respeito e sem duvidar de sua palavra, mas sem presumir que sua versão é a verdade absoluta dos fatos;

* Em todos os casos respeitamos a boa prática jornalística de ouvir o outro lado;

* Acreditamos que a denúncia da vítima será levada mais a sério e creditada socialmente se vier acompanhada de uma investigação que agregue outras provas e depoimentos de testemunhas sempre que possível. Isso não é duvidar da vítima, mas fortalecer a apuração do caso;

* Não chamamos os acusados de “estupradores”, “agressores” ou “assassinos”, mas, sim, “acusado de agressão, estupro, assassinato” ou “suspeito”;

* Respeitamos o princípio jurídico da presunção de inocência de todas as pessoas até que a Justiça decrete o contrário;

* Da mesma forma, presumimos que a vítima não está mentindo até que se prove o contrário;

* Nunca apresentamos o relato de uma mulher com palavras que dêem a entender que ela pode estar mentindo. Assim, preferimos “fulana conta” e “fulana diz” a “fulana alega”;

* AzMina segue as recomendações do Manual de Jornalismo Humanizado do Think Olga para coberturas de casos de violência contra a mulher.

Quando citamos agressores pelos nomes

* Citamos pelo nome pessoas públicas;

* Só citamos pelo nome pessoas não-públicas quando já tiverem sido condenadas, o caso já for de conhecimento público amplo ou a apuração aprofundada apresentar elementos suficientes para uma grande probabilidade de culpa e necessidade de investigação que não está sendo conduzida pela polícia. Mesmo nestes casos, a repórter deve tomar a decisão em parceria com sua editora e sempre se referir ao acusado como “acusado” ou “suspeito”;

Posicionamento de opiniões no jornalismo

* Adjetivos devem ser usados com moderação e prioritariamente em descrições de pessoas e lugares e não de fatos ou leis, por exemplo – sempre mantendo cuidado para ser incluir o mínimo de julgamento possível, prezando pela objetividade. Pode-se dizer que uma pessoa é “baixinha e com um sorriso bonito” ou que um parque é “vasto, quente e prazeroso”, mas não se pode dizer que “a lei é boa” e “o presidente é sensato”, a não ser em colunas de opinião;

Política de Palavrões

* Azmina preza por um linguajar leve, informal, acessível e divertido. Por isso, usa palavrões desde que:

  1. Não estejam sendo usados para ofender alguém
    Exemplos: “Esse filme é escroto!” – pode
    “Este político é escroto” – não pode
  2. Não sejam machistas, racistas ou homofóbicas
    Exemplo: “Dar cu é bom?” – pode
    “Vai tomar no cu” – não pode

* Outros palavrões proibidos: filho da puta, puta que o pariu, piranha, vagabunda, corno, boiola, e outros nesta linha.

* Sapatão, Viado, etc – só podem usar esses termos, na Revista AzMina, pessoas que pertencem a estes grupos minoritários. Preferir gay, lésbica, homossexual nos demais casos.

Tratamento com menores de idade

* Azmina não expõe identidade ou rosto de menores infratores ou vítimas de violência sexual, mesmo que o resto da imprensa o esteja fazendo – exceção para casos de pessoas públicas ou filhos de pessoas públicas em casos de amplo conhecimento, no último caso, faz-se referência aos pais mas não cita-se o nome do ou da menor;

* AzMina não entrevista menores sem a autorização dos pais ou responsável a não ser que essas crianças sejam vítimas de violência com as quais os pais sejam coniventes. Exemplo: crianças vítimas de casamento infantil ou exploração sexual;

* AzMina pede autorização por escrito, assinada por um dos pais ou responsável, para publicar fotos ou vídeos de menores de idade que não se enquadrem nos casos anteriores;

Regras básicas sobre fontes

* Priorizar especialistas, e fontes em geral, mulheres, já que elas são esquecidas pelas reportagens da grande imprensa;

* Buscar fontes de instituições de renome;

* Sempre buscar os melhores especialistas no assunto, se eles tiverem em outros países, fazer a entrevista em outro idioma, mas ir atrás deles;

* Especialistas e instituições de boa reputação e reconhecimento na área em questão são consideradas fontes confiáveis;

Regras básicas sobre dados, números e estudos

* Sempre que possível, usar a fonte original, linkando o estudo completo em português para que nossas leitoras e leitores leiam na íntegra e possam formar opiniões mais profundas;

* Quando não é possível localizar o estudo completo em português a tempo do fechamento da reportagem: checar com ao menos três fontes de credibilidade socialmente reconhecida na área em questão e atribuir a informação a uma dessas fontes e não a quem eles alegam ter fornecido os dados.

Por exemplo: Se o especialista Fulano diz que, segundo um estudo do Ministério da Saúde, 10% das mulheres têm câncer de mama e o Ministério não nos fornece o estudo no tempo necessário para publicação da reportagem, confirmamos o dado com outros dois especialistas ou instituições e não atribuímos ela ao Ministério da Saúde, mas ao especialista Fulano que é, na realidade, quem serviu de fonte de informação à revista.

* Especialistas e instituições de boa reputação e reconhecimento na área em questão são consideradas fontes confiáveis;

* Buscamos, sempre, trazer uma visão crítica dos números centrais à reportagem (isso não vale para números acessórios), trazendo contrapontos e explicando como eles foram obtidos. Tentamos explicar, sempre que possível, a metodologia usada nos levantamentos para que o leitor e leitora possam decidir se consideram uma metodologia válida;

Boas práticas de apuração AzMina

* Mesmo em textos de leitoras, se houver um acusado de crime ou mau comportamento, ouvir o outro lado ou publicar o depoimento como anônimo – caso não exista tempo hábil;

* Linkar, sempre que possível, estudos originais para que nossas leitoras e leitores leiam na íntegra e possam formar opiniões mais profundas – preferir, sempre, versões em português;

* Priorizar especialistas, e fontes em geral, mulheres, já que elas são esquecidas pelas reportagens da grande imprensa;

* Tratar fontes com respeito e sensibilidade com seu sofrimento: não fazemos jornalismo predatório de dramas alheios, mas entrevistamos de forma humana, considerando que o indivíduo está acima da história;

Recomendações de nosso escritório de advocacia para evitar processos

(i)             Que não seja divulgado o nome do agressor do relato, ou seja divulgado em formado de abreviatura, afastando a responsabilidade civil da Instituição;

(ii)           Caso o nome do agressor seja divulgado, que que o relato seja divulgado de forma narrativa, não sendo empregados termos que possam expressar juízo de valor;

(iii)          Seja concedida a oportunidade de resposta como ferramenta disponível no site, mitigando os riscos e valores em eventual ação indenizatória eventualmente movida contra a Instituição.

Regras de definição de pautas e publicação

* Nenhuma funcionária ou colaboradora da Revista AzMina pode publicar nada sem passar pelo crivo de ao menos uma editora, não importando seu cargo na hierarquia da instituição;

* Orçamentos para o jornalismo são definidos em reunião do Conselho Editorial e as editoras definem, dentro deste borderô, após reunião de pauta com a equipe, como geri-lo;

* Salvo as normas deste manual, a equipe de jornalismo tem total autonomia para determinar pautas;

* Editoriais de opinião institucional devem passar por aprovação do Conselho Editorial. O mesmo vale para posicionamentos editoriais via nota em redes sociais;

Regras de Interação com leitoras e leitores nas redes sociais

* A autora da reportagem ou coluna nunca deve interagir com leitores na página oficial da Revista AzMina em nenhuma das redes sociais;

* Respostas a leitores em nome da Revista devem ser dadas somente pela administradora de redes sociais e, quando ela for a autora da postagem, por sua suplente. Em casos de risco à reputação da revista, a resposta deve passar pela aprovação do Conselho Editorial por email;

* AzMina não tagueia oficialmente leitoras que escrevem para nós para evitar que elas sejam vítimas de perseguição. A única exceção é para pessoas públicas;

Como publicar e postar

Regras para publicação de posts, tamanhos de imagens, títulos e linhas finas em Tutorial para postagens no site da revista.

**** Todos os assuntos que não foram especificamente abordados por este manual devem seguir as normas do Manual de Redação do jornal Folha de S. Paulo, disponível aqui.